terça-feira, 14 de janeiro de 2014

CPL DE SOSSEGO NA ECOSIL/TCE


CPL de Sossego Participou de
Treinamento Sobre Sistema
Eletrônico de Licitação na
ECOSIL do TCE da Paraíba

Membros da Comissão de Licitação da Prefeitura Municipal de Sossego participaram de reunião na Escola de Contas “Conselheiro Silveira”- ECOSIL – no prédio do Tribunal de Contas do Estado da Paraíba, em João Pessoa, dia 13, das 14h30minh às 17h30minh, recebendo orientações sobre como informar em tempo real licitações realizadas pelo Município.

O treinamento eletrônico sobre Captação de Envio de Novo Sistema de Licitação de Contratos e Aditivos, contou com as presenças dos membros da CPL – Comissão Permanente de Licitação – Lusineide Oliveira, Audiene Rodrigues, Manoel Gomes Junior, e do prefeito Carlos Antonio Alves da Silva (Carlinhos) como convidado ouvinte.

Segundo a integrante da CPL/Sossego, Luzineide Oliveira, foi uma tarde muito instrutiva e esclarecedora do novo comportamento sobre Licitação Pública;  “A mudança, no que diz respeito a agilidade à ser empregada na informação sobre licitação, foi importante e nos deixou aptos à operar com o novo sistema”, informou Lusineide Oliveira.

(Matéria P/P Adamastor Chaves)


segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

FLAMENGO DE SANTA RITA EMPATA EM CASA



FLAMENGO DE SANTA RITA JOGA MAL E
EMPATA NO “DIVISÃO” COM O KUANDU

Jogando um futebol muito abaixo da sua tradição, sem objetividade e péssima marcação, o Flamengo de Santa Rita não conseguiu suplantar o selecionado de Kuand, equipe que representa o Assentamento do mesmo nome no Município de Barra de Santa Rosa. O jogo foi no Campo da Divisa, o “Divisão”, em Santa Rita, Município de Sossego.

Logo aos 10 minutos de partida o time kuanduense surpreendeu o Flamengo marcando o gol de abertura do jogo através do centroavante Davi escorando de cabeça um cruzamento da direita. Com o placar adverso, e não fazendo uma boa partida, o Flamengo ficou perdido em campo e sofrendo com a forte marcação do time adversário.

Alguns chutes foram desferidos, sem levar perigo para o goleiro Lulinha do Kuandu. Por outro lado a equipe visitante procurava tocar a bola, aproveitar o desequilíbrio rubro-negro para pressionar em busca do segundo gol, que não aconteceu até o término da etapa inicial. Os dois treinadores, Zé do Mengo e Damião não gostaram do que viram.

Para o segundo tempo as duas equipes mantiveram a mesma formação até 15 minutos. Daí por diante o técnico Zé do Mengo resolveu mexer na equipe dando mais equilíbrio no meio do campo e melhor poder de fogo no ataque. E conseguiu. O Flamengo começou a apresentar melhor poder ofensivo, principalmente com jogadas saídas dos pés de Nenem.

Somente aos 38 minutos, quase no final do jogo, o lateral Nenem, por sinal o melhor jogador do Flamengo na partida, fez cruzamento da direita, bico da grande área, e a bola tomou outro rumo enganando completamente o goleiro do Kuandu, entrando no ângulo direito sem chance de defesa, decretando o empate que fez justiça aos dois times.

DETALHES TDÉCNICOS:

Jogo: Flamengo de Santa Rita (Sossego) 1 x 1 Kuandu (Barra de Santa Rosa).
Local: Campo da Divisa – Santa Rita/Sossego
Gols : Davi (Kuandu) e Nenem (Flamengo)
Árbitro: Irmão Vicente
Times: FLAMENGO (1) – Birico., Nenem, Bila, Fabinho e Carlinhos Santa Rita (Thiago)., Carlinhos Alves, Junior, Nildo e Paulo Matos., Dandinho e Cacá. Tecnico: Zé do Mengo. KUANDU (1) – Lulinha., Parara, Damião Marinho, Edi e Rapadura., Genak, Ronaldo, Nenem e Evaildo., Davi e Zé de Nenem. Técnico: Damião

PRELIMINAR)

Na partida “esfria sol” envolvendo o 2º quadro das duas agremiações o selecionado do Kuandu levou a melhor e saiu de campo com a vitória por 2 a 1, em jogo bastante disputado com igualdade de condições técnicas das duas equipes em campo, que tinham em Manoel Biá, pelo Flamengo, e Kuduro, pelo Kuandu, os principais destaques.

Leandro e Mauro marcaram para o Kuandu, descontando Jedson para o Flamengo. Times- FLAMENGO: Bila., Manoel Biá, Diogo, Mago e Joab., Novinho, Vailson. Jedson e Silva., Lucas e Paulinho. Técnico: Zé do Mengo. KUANDU – Davi., Marcelo, Branco, Neguinho e Genival., Kuduro, Pedro Neto, Leandro e Mauro., Ilto e Pichote. Técnico: Damião.

(Matéria & Fotos P/P Adamastor Chaves)



sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

SOSSEGO, UMA CIDADE TRANQUILA

COMENTÁRIO
(Adamastor Chaves)


EXCELENTE REPERCURSÃO ESTADUAL O FATO DE SOSSEGO, EM TRÊS ANOS, NÃO TER REGISTRADO HOMICÍDIO
                                                                                                                  

 A avaliação processada pelo comando do 9º Batalhão de Polícia Militar da Paraíba, sediado a cidade de Cuité, e responsável pela segurança militar em toda região do Curimataú, juntamente com a Polícia Civil, com sede em Picuí, foi por demais auspiciosas para o Município de Sossego que, segundo o boletim informativo da PM e PC não apresentou nenhum homicídio nos últimos três anos, fato que dá uma demonstração da sua tranqüilidade na justificativa do nome: SOSSEGO.  

Sossego, município com uma população beirando os quatro mil habitantes, saiu do ostracismo, deixando de ser inexpressiva no seio da sociedade paraibana, para se projetar e ganhar prestígio no meio administrativo estadual e colocar-se entre os representantes políticos na esfera federal. Sossego, hoje, tem seu roteiro conhecido. Demograficamente cresceu, em pouco mais de cinco anos, 12.32%. Na ação administrativa municipal é destaque na região como o 5º melhor Município em atendimento a saúde. Entre os 223 municípios paraibanos, ocupa a 18ª posição na Transparência Pública, fato relevante para um pequeno Município.

O seu gestor atual, Carlos Antonio Alves da Silva, popularmente conhecido por Carlinhos, aos 33 anos assumiu o comando administrativo do Município com a missão de mudar o caminho que até 2008 era percorrido sem destino, sem crescimento, e sem progresso. Com o conceito de se colocar entre os 20 Melhores Gestores do Nordeste, título que lhe foi concedido em 2011 por uma empresa idônea avaliadora de ações administrativas municipais em todo o Brasil, o prefeito não parou. Não ficou na glória do conceito, arregaçou as mangas, caiu em campo, procurou autoridades, foi a Brasília e transformou Sossego num verdadeiro Canteiro de Obras.

Em cinco anos e poucos dias de governo, hoje com 38 anos, com direito a reeleição, prova do quanto fez de positivo, deu nova conotação a saúde transformando o Posto Médico num verdadeiro Centro de Saúde inclusive capacitando todos os funcionários em suas devidas atuações profissionais. Aumentou à frota de veículos a disposição, contratou empresas prestadoras de serviços no atendimento a saúde em outras cidades, fez convênios com hospitais e clinicas, aumentou o número de UBS – Unidade Básica de Saúde - e fortaleceu o atendimento na Farmácia Básica e Laboratório. Na educação o Município tem conceito excelente junto ao Ministério da Educação com a qualidade do ensino, excelente corpo docente e escolas com espaços físicos compatíveis.

Em todas as áreas administrativas, nesse período de mudança entre 2009 e 2013, agora 2014, o Município de Sossego tem outra história. Como bem atestam as autoridades policiais da região, a população vive mais tranqüila, sem medo de sair às ruas e as famílias em suas casas têm mais condições de segurança em seus lares. O que não acontecia em gestões anteriores, tais como convivência, diálogo, entendimento entre gestores e povo, atualmente, em todas as áreas, é o inverso. O gestor mora na cidade, seus auxiliares diretos são residentes locais, o que prova a união e atenção com a população.

Essa conotação positiva dada pelos comandantes da segurança regional, nada mais é do que o bom convívio. Hoje, com certa freqüência, se vê na cidade, e até na zona rural, o comandante do 9º BPM/PM, Major Galvão, visitando seus comandados e tomando conhecimento, in loco, as ocorrências. O mesmo acontece com o comando da Polícia Civil que costumeiramente é visto dialogando com a população em plena cidade. Isso, como está sendo levado à mídia, nada mais é que a boa convivência do governo municipal com as polícias militar e civil.

Quem sai ganhando com tudo isso é o povo. Não existe mais a indiferença entre polícia e povo. A interação, implantada pelo comando do 9º BPM/PB surtiu o efeito desejado aproximando o policial militar das informações e manutenção da ordem local. O mesmo ocorrendo com a polícia civil que, no seu modo de operação, também faz o perfeito serviço de aproximação com a sociedade. Todos estão de parabéns. A sociedade sosseguense pela tranqüilidade, o governo municipal por oferecer condições à segurança local, a polícia civil pela assistência que oferece a população, e a polícia militar do 9º BPM/PB que soube aglutinar a responsabilidade da segurança a população e o desenvolvimento social entre polícia e povo.

Revendo documentos e colhendo informações de pessoas residentes no Município, o último caso de homicídio registrado no Município de Sossego foi no ano de 2005, fato ocorrido no centro da cidade. Em 2010 ocorreu um homicídio na periferia da cidade, estrada para Cubati, envolvendo pessoas não residentes no Município, desconhecidos, com registros nas delegacias especializadas por se tratar de prática de crime por pessoa não residente na localidade, notadamente de outro Município, e vitima também de outra localidade, visto que estavam em trânsito e procedentes de “bebedeiras” realizadas em locais não identificados. O fato não teve registro de homicídio no Município de Sossego. O último ocorreu em 2005, segundo registro policial.

A matéria, recentemente divulgada na mídia paraibana, de procedência do 9º Batalhão da Policia Militar da Paraíba, sediado em Cuité, com aval da Polícia Civil que tem sua sede na cidade de Picui, surtiu o efeito esperado, ganhou conotação além fronteira estadual e fez jus ao nome da cidade, SOSSEGO, porque deu uma demonstração de que a “tranqüilidade” convive com a população. Algumas pequenas ocorrências são imediatamente sanáveis sem preocupar a sociedade, principalmente pela pronta intervenção da segurança local. Saber que nos últimos três anos nenhum homicídio foi registrado é de grande valor social para o Município, para a região, e para o Estado, haja vista ser ação direta da Segurança Pública do Estado da Paraíba.







segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

BRIGA NA ARENA JOINVILLE

Comentário/Adamastor Chaves

QUEM ESTÁ LOROTANDO?


A falta da veracidade das partes “tirando o ... da reta”, está causando desespero nos dirigentes da Copa do Mundo em 2014 no Brasil, e nojeira de atitudes de quem tem a responsabilidade de defender a integridade física das pessoas. Agora o que se vê e ouve é que ninguém quer assumir a “mer...” que fez em deixar que seres humanos se engalfinhassem até a morte numa determinada arena com a passividade das autoridades.

Quanto a referência da falta de garantia e segurança, a Polícia Militar do Estado da Catarina acusa o Ministério Público de emitir ordem contrária a ação policial. “Foi uma determinação do Ministério Público para a polícia militar não atuar dentro do estádio (Arena Joinville)”, afirmou a tenente-coronel Claudete Lehmkuhl, afirmando, também, que “no momento da briga não tinha policiais militares dentro da Arena Joinville”.

Por ouro lado, no “jogo de empurra”, o Ministério Público catarinense divulga Nota Oficial totalmente contrária as declarações da tenente-coronel da Policia Militar de Santa Catarina. “O Ministério Público não fez nenhuma recomendação que impeça a Polícia Militar de Santa Catarina de atuar dentro da Arena Joinville”, diz a nota, numa prova inconteste da irresponsabilidade de ambas as instituições em não preservar vidas.

De quem é a culpa?
Será que é dos atletas que estavam em campo lutando tecnicamente por resultado de seus interesses?
das poucas famílias que estavam na Arena com o intuito único de relaxar do stress de uma semana de trabalho?
Talvez do árbitro que deixou de marcar algo relativo ao jogo?
Ou da imprensa que motivou o torcedor para assistir tão importante jogo? Não! São quatro os culpados.

Isso! Quatro! Ministério Público, Polícia Militar, Clube mandante, e a permissão de entradas no local de marginais que habitualmente cometem esse tipo de crime, e a nossa Justiça passa a mão por cima com pagamentos de fianças ou desculpas de que são primários, têm endereços certos e sabidos ou praticaram atos criminosos motivados pela emoção.

Então vamos para as responsabilidades.
Primeiro o Ministério Público que se mete numa competição sem conhecimento de causa e proíbe certas ações que visem, ou não, o bem estar da população., segundo a PM de SC que ficou a margem da concentração de pessoas simplesmente atendendo uma determinação equivocada do MP., terceiro o clube mandante, no caso Atlético, que descumpriu o ET e a Cláusula Contratual com a Prefeitura de Joinville.

Para completar a responsabilidade da “carnificina” na Arena Joinville, imputa-se aos que fiscalizam entradas permitindo acesso de pessoas com as mais variadas armas, cujos objetivos é perturbar a ordem, praticar crimes, e dar ênfase as suas sanhas maldosas e premeditadas. No final de tudo quem “pagou o pato” foi o futebol brasileiro com sua imagem arranhada no mundo inteiro às vésperas de uma Copa do Mundo.

Eu gostaria de  entender o comportamento do STJD, mesmo porque o seu presidente, em opinião pessoal, mas que deve ter influência numa decisão do órgão judicante, disse que “Atlético e Vasco podem ser considerados culpados pelo ocorrido”. Por que Vasco, principalmente? Qual a razão do Atlético ser culpado. Os verdadeiros responsáveis se isentam por serem autoridades. Emitiram ordens e agora tiram o “seu da seringa”....

O Estatuto do Torcedor, principalmente, obriga o clube às providências de segurança 24 horas antes da partida.  A cláusula terceira do Contrato com a Prefeitura de Joinville, também obriga o clube as provisões de segurança e demais empenhos. Ocorre que o Atlético confiou, pagou mais de 26 mil reais de obrigações, e deu no que deu. No meu entendimento o erro dos dois clubes foi terem voltado á campo, principalmente do Vasco cuja única missão era vencer.  


quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

COMENTÁRIO

Comentário:
(Adamastor Chaves)


EXIGÊNCIA DESCABIDA



O Governo do Estado, Ricardo Coutinho, fez o seu papel dando a ordem de serviço para construção da PB. 167, rodovia que liga a cidade de Sossego ao Trevo da BR. 104 numa extensão de 22 km. O Prefeito de Sossego, Carlinhos, prometeu e cumpriu. Disse que não faltaria vontade, muita luta, determinação e insistência na execução dessa quimera sosseguense. E não faltou mesmo. As partes se entenderam e a rodovia está sendo construída, faltando apenas percepção de alguns proprietários de solos na condescendência de material adequado para cobertura de terraplanagem.

Numa construção de estrada para cobertura em asfalto, até chegar à fase final, várias etapas são necessárias e uma delas, talvez a mais importante, na minha ótica, sejam as camadas de barro, estratificando etapas, até a chegada do asfalto. E é nesse ponto que está havendo obstância para os executores da obra. Em determinado local precisa de aterro e, logicamente, não será qualquer produto que se emprega. Será, portanto, um determinado tipo de material para que no futuro não venha depreciar todo o serviço executado.

E é aí que reside o problema atual. Na verdade a empresa está com o serviço bastante desenvolvido. Do trevo da BR. 104 até o sítio São Miguel, já é manifesto o avanço faltando pouca coisa para que seja sobreposto o asfalto. Para tanto a empresa precisa que alguns posseiros de terras no Município dêem autorização para uso de material apropriado, mesmo que afastado da obra, mas cedido, evitando, assim, desencontro em termos de financiamento e ajuste com a empresa Light. Caso os proprietários persistam irredutíveis em não ceder o material, fatalmente a empreitada vai parar por falta de terra-barro. O que não falta no Município.

Pelo que agüentaram, e ainda padecem os sosseguenses com a péssima rodovia PB.167 em pequeno trecho, é verdade, é chegada a hora de todos unirem forças, ajudar, servir da melhor maneira possível, para que o sonho da estrada asfaltada se realize. É tempo de deixar as “picuinhas” de lado. Que façam oposição, mas coerente, progressiva, empurrando o Município para um lugar merecido pelo seu bravo povo, como se faz na atual situação. Oposição é válida quando feita com ideologia e não de cunho pessoal. O que fazem, cobrando, exigindo, com a intenção de prejudicar o bem comum, é uma EXIGÊNCIA DESCABIDA.


terça-feira, 19 de novembro de 2013

POÇO ARTESIANO EM SOSSEGO JORRA ÁGUA DOCE



JORRA ÁGUA DOCE, POTÁVEL, DE
POÇO ARTESIANO EM SOSSEGO


Localizado as margens da PB. 167, rodovia que liga a cidade de Sossego a BR. 104 (Trevo para Cuité e Picuí), no sítio Cachoeira, de propriedade do Sr. Claudio Ferreira. O poço artesiano, perfurado pelo DNOCS em convênio com a Prefeitura Municipal de Sossego, jorra água doce, potável, em quantidade razoável e a disposição do consumidor.

O prefeito de Sossego, Carlos Antonio Alves da Silva (Carlinhos), em visita ao local, ficou impressionado com a qualidade do líquido, achando que pode ser considerado um milagre pela a atual situação de estiagem a difícil localização de um lençol freático na região. “É um milagre. Verdadeiramente milagre, água dessa qualidade”, disse o prefeito.

Segundo o chefe do executivo municipal de Sossego, a água é para ser usada por quem desejar, sem, no entanto, extraviar. É para uso de beber e cozinhar. “Na verdade quem quiser dessa água por vir, desde que não seja em carro-pipa. Água boa para beber e cozinhar. Não deve ser usada para outras utilidades”, concluiu o prefeito Carlinhos.

No município de Sossego, através de parceria da Prefeitura com o DNOCS, 12 (doze) poços artesiano foram perfurados, em regiões diversas, e apenas em seis deles foram encontrados água. Uns com baixa vazão, outros com vazões razoáveis, mas todos com importâncias vitais para a população pelo momento difícil que passa a região em face da prolongada estiagem.


(Matéria & Fotos Adamastor Chaves)

sábado, 9 de novembro de 2013

MPF PROPÕE AÇÃO CONTRA EX-PREFEITO DE SOSSEGO

MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL PROPÕE
 AÇÃO DE IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA
CONTRA O EX-PREFEITO DE SOSSEGO


Com base no art. 17, parágrafo 7º, da Lei 8.429/92 – Lei de Improbidade Administrativa – o Ministério Público Federal (MPF), em Campina Grande (PB), Ação de Improbidade Administrativa contra Juraci Pedro Gomes, ex-prefeito do Município de Sossego, cuja ação tem o número 0000700-78.2013.4.05.8201.

O ex-prefeito se omitiu do dever de prestar contas referentes ao exercício 2003 sobre recursos transferidos pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) através do Programa de Apoio a Estados e Municípios Para a Educação Fundamental do Jovem e Adulto. A época o valor repassado ao Município de Sossego foi de R$ 12.500,00 (doze mil e quinhentos reais) cujo prazo para o envio da prestação de contas dos recursos recebidos era em 28 de fevereiro de 2004, prazo não obedecido pelo demandado.

O prefeito á época, 2004, foi notificado em 8 de junho de 2004 pelo FNDE, mas não regularizou a situação e, em conseqüência da não obediência a data prevista, foi instaurada a Tomada de Conta Especial pelo Ministério da Educação/FNDE.

Na ação o MPF argumenta que o dano existe, uma vez que, diante da possibilidade inscrição da situação de inadimplência nos sistemas de acompanhamentos de verbas, o Município pode ser privado de receber benefícios oriundos do Governo Federal. A omissão do ex-prefeito em prestar contas caracteriza, conforme a Lei 8.429/92, ato de improbidade administrativa que atenta contra os princípios da administração pública.

A ação foi proposta em 4 de abril de 2013. Em despacho, datado de 10 de abril de 2013, a Justiça Federal mandou notificar o ex-prefeito para que ofereça manifestação sobre a Ação de Improbidade Administrativa, conforme o artigo 17, parágrafo 7º, da Lei 8,429/92. Até esta data (novembro de 2013) o Ministério Público Federal aguarda recebimento da ação pelo judiciário.